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Ondas


Uma onda é a propagação de uma perturbação num meio material ou não. Uma onda transporta energia e não transporta matéria.





 CLASSIFICAÇÃO DE ONDAS 
– Quanto à sua natureza:
Ondas Mecânicas: ondas que se propagam num meio material.
ex: ondas do mar, ondas sonoras, ondas sísmicas.
Ondas Eletromagnéticas: ondas que não precisam de um meio material para se propagarem; propagam-se no vazio (ou no vácuo).
ex: ondas luminosas, ondas rádio, microondas, ondas ultra-violetas.

– Quanto à direção da perturbação:
Ondas Longitudinais: a direção da perturbação é igual à da propagação da onda. ex: som (ondas sonoras).

Ondas Transversais: a direção da perturbação é perpendicular à direção da propagação da onda. ex: luz (ondas luminosas).


Onda periódica: as suas características repetem-se no espaço e ao longo do tempo.

Onda não periódica: as suas características vão sendo irregulares.


 CARACTERÍSTICAS DE UMA ONDA PERIÓDICA 








f ---> frequência (nº de vibrações ou nº de ciclos por segundo)
unidade de frequência: hertz (Hz)
f = 1/T

T ---> período (tempo necessário para se completar um ciclo)

unidade do SI: segundo (s)
T = 1/T

f = 1/T <=> f x T = 1 <=> T = 1/f

Experiências 17 e 18 (1300 e 1400 visualizações)

Mecanismos de Transferência de Energia sob a forma de Calor

 Condução 
Material:
- Suporte universal;            - Régua;
- Barra de madeira;            - Barra metálica;
- Copo de precipitação;     - Placa de aquecimento;
- Água;                              - Cronómetro.
- Velas de cera;

Procedimento:

1- Executar a montagem, semelhante à da imagem, as velas devem distar cerca de 10 cm umas das outras;
2- Ligar a placa de aquecimento;

3- Quando a água começar a ferver ligar o cronómetro;
4- Registar os instantes em que as velas caem;
5- Executar agora a montagem com a barra de madeira e proceder de modo semelhante;
6- Terminar esta experiência quando se tiver ultrapassado o tempo total da experiência com a barra metálica.

Conclusões:
- Qual é a ordem em que caem as velas?
- Porque razão a última vela também cai?
- Em que material ocorre mais rapidamente a transferência de calor?


 Convecção 
Material:
- Balão de fundo plano;      - Água;
- Lamparina;                     - Triângulo de porcelana;
- Fósforos;             - Pequenos cristais de permanganato
- Tripé;                   de potássio;

Procedimento:
1- Executar uma montagem semelhante à da figura do lado;
2- Colocar o cristais de permanganato de potássio no fundo do balão e adicionar a água lentamente;

3- Acender a lamparina e observar.

Conclusões:
- O que acontece aos cristais de permanganato de potássio pouco depois de se iniciar o aquecimento?
- O que causou o movimento dos cristais de permanganato de potássio?



Mecanismos de Transferência de Energia sob a forma de Calor


Aquecimento de uma barra devido
à Condução Térmica
 CONDUÇÃO (sólidos) 
É um processo de tranferência de calor por contacto direto. A condução dá-se quando as partículas com maior agitação (temperatura mais elevada) colidem com as partículas com menor agitação (temperatura mais baixa), transferindo energia térmica.
A condução acontece principalmente nos sólidos porque a ligação entre as partículas é mais forte: estão mais perto umas das outras, colidem mais facilmente e a energia é transferida ao longo do material.
O metal é um bom condutor térmico, mas a lã, a madeira e a cortiça já são maus condutores térmicos.

Correntes de Convecção
numa chaleira devido ao seu aquecimento
 CONVECÇÃO 
(líquidos e gases)
É um processo de transferência de calor conseguido à custa do transporte de matéria. Neste processo, o fluido mais quente torna-se menos denso e sobe e o fluido mais frio, mais denso, desce. A estes movimentos dá-se o nome de correntes de convecção, que quando a temperatura fica uniforme, param.
Um exemplo de correntes de convecção são as brisas: o ar quente a subir e o ar frio a descer criam-nas.

Experiência 16 (1200 visualizações)

Transferência de calor entre corpos a temperaturas diferentes

Material:
- 2 termómetros;
- Gobelé pequeno com 100 mL de água aquecida (gobelé A);
- Gobelé grande com 100 mL de água à temperatura ambiente (gobelé B);
- 1 cronómetro.
Procedimento:
1- Medir a temperatura inicial da água, em ambos os gobelés;
2- Registar os valores lidos;
3- Colocar o gobelé pequeno dentro do gobelé grande (em contacto);
4- Ligar o cronómetro;
5- De 1 em 1 minuto ler e registar os valores da temperatura da água, em ambos os gobelés.

Conclusão:
- Como varia a temperatura em função do tempo para a água em cada um dos gobelés?
- Qual é a fonte, o recetor e a forma de energia transferida?

Extras para a realização da atividade experimental:







Temperatura e Calor

 TEMPERATURA 
É uma grandeza física que se relaciona com o grau de agitação das partículas, ou seja, com a energia cinética média das partículas. Mede-se com termómetros e a unidade no Sistema Internacional (SI) é o Kelvin (K), mas é mais utilizado os graus Celsius (°C) ou os graus Fahrenheit (ºF).
> agitação  > Ec média  > temperatura
< agitação  < Ec média < temperatura

 CALOR 
É a medida de energia térmica transferida entre corpos a temperaturas diferentes. Quando os dois corpos a temperaturas diferentes entram em contacto, há uma troca de calor entre eles, até ficarem à mesma temperaturas (equilíbrio térmico). O calor passa do corpo com a temperatura mais alta para o corpo com a temperatura mais baixa.
Transferência de Calor entre dois corpos a
temperaturas diferentes (temperatura elevada e baixa)
 

Formas Fundamentais de Energia

Existem duas formas fundamentais de energia:
ENERGIA POTENCIAL
(energia armazenada nos corpos e que pode vir a ser utilizada):

- energia potencial química
(associada aos alimentos, aos combustíveis e às pilhas);

- energia potencial elástica
(associada aos materiais elásticos e molas);


- energia potencial gravítica (Epg).

Qualquer corpo, mesmo em repouso, possui Epg.

> mcorpo  > Epg (para a mesma massa (m))

Epg = m x g x h (m=massa do corpo / h=altura a que se encontra)

• ENERGIA CINÉTICA (Ec) (energia associada ao movimento dos corpos).
Ec = ½ x m x v2 ou Ec = m x v2 / 2
 
Alteração da Energia Potencial Gravítica (Epg)
e da Energia Cinética (Ec) numa bola pendurada

 
Leis da Conservação da Energia:
- A energia não se cria nem se destrói;         Unidade de Energia: joule (J)
- A energia transforma-se e transfere-se.
 
Na imagem está representada a transferência de energia nos "Pêndulos de Newton".
Se quiseres experimentar, ou seja, fazeres tu a experiência vai à "Fun Zone" do blog e experimenta no jogo "Pêndulos de Newton".
 

Manifestações de Energia

A energia pode manifestar-se de diferentes maneiras:
- energia elétrica (existência de uma corrente elétrica);
- energia térmica (aquecimento dos corpos);
- energia sonora (som);
- energia mecânica (movimento);
- energia química (conteúdo energético das substâncias);
- energia radiante (diferentes radiações - raios-x, microondas, ultravioletas e infravermelhos);
- energia luminosa (luz).

Diferente Manifestações de Energia
em cima - energia elétrica, energia térmica e energia mecânica
em baixo - energia sonora, energia radiante, energia química e energia luminosa

Fontes de Energia e sua Classificação

 Como se classificam as fontes de energia? 
Fontes Primárias de Energia:
São os recursos naturais que podem ser usados como fontes de energia.
 
Fontes Secundárias de Energia:
São as fontes de energia que são obtidas a partir das fontes primárias de energia.
 
Fontes Renováveis de Energia:
São fontes de energia que estão em contínua renovação e podem ser utilizadas de forma ilimitada.
 
Fontes Não-Renováveis de Energia:
São fontes de energia que demoram centenas de milhares de anos a formar-se, esgotam-se à medida que vão sendo utilizadas e são consideradas limitadas.
 
 Fontes de Energia (classificação) 
- Sol (energia solar) - renovável e primária;
- Vento (energia eólica) - renovável e primária;
- Água dos rios (energia hídrica) - renovável e primária;
- Calor Interno da Terra (energia geotérmica) - renovável e primária;
- Água dos mares/oceanos (energia das ondas e das marés) - renovável e primária;
- Combustíveis Nucleares (energia nuclear) - não-renovável e primária;
- Biomassa (energia da biomassa) - renovável e primária;
- Biogás/Gás Natural (energia do biogás) - renovável e primária;
- Combustíveis Fósseis - petróleo, gás natural, carvão (energia dos combustíveis fósseis) - não-renovável e primária;
- Combustíveis - gasóleo, gasolina, fuelóleo, propano, butano (energia dos combustíveis) - não renovável e secundária.

Diferentes Fontes de Energia
em cima - energia solar, energia eólica e energia hídrica
no meio - energia geotérmica, energia das ondas e das marés e energia nuclear
em baixo - energia da biomassa, energia do biogás, energia dos combustíveis fósseis e energia dos combustíveis
 

Energia (introdução)

A energia...
...é uma grandeza física de difícil definição.
...não é uma substância, nem uma força, nem a causa dos fenómenos.
...pode associar-se a materiais e a situações de ação.
...pode transferir-se entre corpos.
... manifesta-se de diferentes formas.
...classifica-se em primária ou secundária e em renovável e não-renovável.
...tem duas formas fundamentais.

Experiências 12 / 13 / 14 / 15 (800 / 900 / 1000 /1100)

Fatores que influenciam a velocidade das reações químicas

Concentração dos Reagentes

Material:
- 2 copos de precipitação;
- 2 quadrados de cartolina;
- 1 marcador preto;
- 2 provetas de 50 mL;
- 3 provetas de 10 mL;

Reagentes:
- Solução aquosa de tiossulfato de sódio;
- Ácido clorídrico diluído.

Procedimento:
1- Desenhar uma cruz em cada um dos quadrados de cartolina;
2- Numa proveta, medir 50 mL de solução aquosa de tiossulfato de sódio e transferi-la para um copo de precipitação;
3- Com uma proveta medir 5 mL de solução aquosa de tiossulfato de sódio e adicionar água até chegar aos 50 mL. Transferir esta solução para outro copo de precipitação;
4- Colocar cada um dos copos em cima do quadrado de cartolina;
5- Medir, em duas provetas, 5 mL de solução de ácido clorídrico;
6- Adicionar, simultaneamente, o ácido clorídrico às soluções contidas nos copos de precipitação e observar.

Conclusão:
- Como variou a velocidade da reação com a concentração da solução de tiossulfato de sódio?

Estado de divisão de um Sólido
Nota: antes de colocar o prego ou o pó de ferro no tubo de ensaio, é necessário pôr o tubo vazio na balança e usar a função "tara", para que o valor indicado na balança seja zero.

Material:
- Balança;
- 2 tubos de ensaio;
- Proveta de 10 mL.

Reagentes:
- Solução aquosa de sulfato de cobre;
- Pó de ferro;
- Pregos de ferro.

Procedimento:
1- Colocar o prego num dos tubos de ensaio em cima da balança e registar o valor da massa;
2- Pesar igual massa de pó de ferro no outro tubo de ensaio;
3- Adicionar simultaneamente cerca de 5 mL de solução aquosa de sulfato de cobre a cada um dos tubos de ensaio. Observar.

Conclusão:
- Como variou a velocidade da reação com o estado de divisão do ferro?


 
Temperatura

Material:
- 2 copos de precipitação;
- Tina com água gelada;
- Placa de aquecimento;
- Proveta de 50 mL;
- 2 provetas de 5 mL.

Reagentes:
- Solução aquosa de tiossulfato de sódio;
- Ácido clorídrico diluído.

Procedimento:
1- Numa proveta, medir 50 mL de solução aquosa de tiossulfato de sódio e transferi-lo para um copo de precipitação. Repetir este procedimento, utilizando outro copo de precipitação;
2- Colocar na placa de aquecimento um copo de precipitação;
3- Colocar na tina com água gelada o outro copo de precipitação;
4- Medir, em duas provetas, 5 mL de solução de ácido clorídrico;
5- Adicionar, simultaneamente, o ácido clorídrico às soluções contidas nos copos de precipitação e observar.

Conclusão:
- Como variou a velocidade da reação com a temperatura?

Presença de Catalisadores

Material:
- 2 tubos de ensaio;
- Suporte de tubos de ensaio;
- Canivete.

Reagentes:
- Água-oxigenada a 30 volumes;
- Batata.

Procedimento:
1- Colocar cerca de 5 mL de água oxigenada em cada tubo de ensaio;
2- Descascar a batata, retirar-lhe um pedaço e coloca-lo num dos tubos de ensaio. Observar.

Conclusão:
- Qual é a ação da batata nesta reação?

Fatores que Influenciam a Velocidade das Reações Químicas

A velocidade das reações químicas pode ser influenciada por diferentes fatores. Eles são:

A- Solução Diluída | B- Solução Concentrada

- Concentração dos reagentes aquoso
(solvente água):
Aumentando a concentração de um dos reagentes aumenta a velocidade da reação química se houver muitos reagentes, os produtos de reação formam-se mais rapidamente, ou seja, chocam mais e mais fortemente.
 
concentração = m soluto ÷ v solução
 
 
- Estado de divisão dos reagentes sólidos:
Aumentando o estado de divisão dos reagentes sólidos, a velocidade da reação química aumenta se os reagentes sólidos estiverem muito divididos, a superfície em contacto com o exterior é maior, ou seja, reagem mais facilmente.

- Temperatura:
Aumentando a temperatura dos reagentes a velocidade da reação química aumenta se os reagentes estiverem a temperaturas altas, mais rapidamente reagem , ou seja, se estiverem a temperaturas baixas, reagem mais lentamente.

- Luz:
Aumentando a luz nos reagentes, a velocidade da reação química aumenta se os reagentes estiverem na presença de luz, mais rapidamente reagem, ou seja, se estiverem na presença de pouca luz reagem mais lentamente ou não reagem.

- Presença de Catalisadores:
Os catalisadores são substâncias que numa determinada reação química alteram a sua reação, mas não se consomem, podendo ser utilizados outra vez. Cada catalisador tem uma reação química.

Tipos de catalisadores:
- catalisadores positivos / catalisadores: aceleram a reação química (aumentam a sua velocidade);
- catalisadores negativos / inibidores: retardam a reção química (diminuem a sua velocidade) - ex: sal, azeite, óleo, açúcar, vinagre, fumeiro.
- catalisadores biológicos / enzimas: são substâncias que existem nos seres vivos e que são específicas, ou seja, cada enzima tem a sua função - ex: leveduras.

Iões e Substâncias Iónicas

 IÕES 
Os iões são partículas com carga elétrica que derivam de um átomo ou de um conjunto de átomos (molécula) por:
- perda de eletrão(ões): ião positivo ou catião;
- ganho de eletrão(ões): ião negativo ou anião.

Os iões podem ser:
- monoatómicos: quando são constituídos por um único átomo;
  EX: Al3+, Pb2+ , F - , O2-.
- poliatómicos: quando são constituídos por mais do que um átomo.
  EX: NH4+CrO42- , Cr2O72- NO3- .

 
 SUBSTÂNCIAS IÓNICAS 
As substâncias iónicas são constituídas por iões positivos e negativos, ou seja, são substâncias neutras (não têm carga elétrica).
 
Para escrever a fórmula química é necessário que:
- se represente primeiro o ião positivo e depois o ião negativo (quando se escreve o nome é ao contrário: primeiro o nome do ião negativo e depois o nome do ião positivo);
- o número de cargas positivas e o número de cargas negativas são iguais, o que significa que os iões que se combinam tem uma proporção.
 
Exemplos de representações:
Cloreto (Cl -) de Sódio (Na+) Fórmula Química: NaCl
Como o número de cargas do ião positivo e do ião negativo é igual, cada catião combina-se com um anião.

Dicromato (Cr2072-de Potássio (K+) ⇨ Fórmula Química: K2Cr207
Como o número de cargas do anião é o dobro do número de cargas do catião, o número de catiões tem que ser dobrado.

Nitrato (NO3-) de Cálcio (Ca2+) Ca(NO3)2
Como o número de cargas do catião é o dobro do número de cargas dos anião, o número de catiões tem que ser dobrado (como NO3 tem o 3 colocam-se parênteses entre a fórmula química e depois o numero necessário).

Óxido (O2-) de Ferro(III) (Fe3+) ⇨ Fe2O3
Como o múltimo comum do número de catiões e aniões é 6 tem que se colocar o número de aniões à frente do catião e o número de catiões á frente do anião.

Acerto de Equações Químicas

Combustão do Metano:
metano (g) + oxigénio (g)  dióxido de carbono (g) + água (l)
    CH4 (g)  +     O2 (g)             CO(g)           +  H2(l)

 
Para se acertar uma reação química colocam-se algarismos antes das fórmulas químicas (coeficientes estequiotérmicos) - NUNCA SE ALTERA A FÓRMULA QUÍMICA

CH4 (g) + 2O2 (g)  CO(g) + 2H2(l)

1C        42O                  1C       42H
4H                            2O + 21O = 43O
 
Primeiro contam-se o número de átomos de cada elemento químico que há nos reagentes e nos produtos de reação.
Depois colocam-se os algarismos necessários antes de cada molécula até o número de átomos ficar equivalentes nos dois lados.
 
Conclusão: o número total de átomos de cada elemento químico nos reagentes é igual ao número total de átomos do elemento químico nos produtos de reação.
 
Lei de Conservação da Massa / Lei de Lavoisier:
Segundo a Lei de Lavoisier a massa total dos reagentes é igual á massa total dos produtos de reação.
 
      "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."
                                                    Antoine Lavoisier (1743 - 1794)

Moléculas

Uma molécula é constituída por 2 ou mais átomos, ou seja, quando os átomos ligam-se quimicamente entre si formam moléculas.

Exemplos de moléculas:
Hidrogénio - H2  - 2 átomos de hidrogénio (H) ligados entre si;
Oxigénio - O2  - 2 átomos de oxigénio (O) ligados entre si;
Azoto (nitrogénio) - N- 2 átomos de azoto (N) ligados entre si;
Água - H2O - 2 átomos de hidrogénio (H) e 1 átomo de oxigénio (O) ligados entre si;
Dióxido de Carbono - CO2 - 1 átomo de carbono (C) e 2 átomos de oxigénio (O) ligados entre si;
Monóxido de Carbono - CO - 1 átomo de carbono (C) e 1 átomo de oxigénio (O) ligados entre si.

Diferenças entre representação de átomos e moléculas:
Um átomo de oxigénio (livre): O
Dois átomos de oxigénio (livres): 2O
Uma molécula de oxigénio: O2
Duas moléculas de oxigénio: 2O(2x2O= 4O) - tem 4 átomos
Duas moléculas de amoníaco: 2NH(2xN=2N e 2x3H=6H) - tem 8 átomos
Dez moléculas de água: 10H2O (10x2H=20H e 10xO=10O) - tem 30 átomos

Moléculas Elementares - moléculas constituídas por átomos do mesmo elemento químico. ex: H2 , O2 , N2

Moléculas Compostas - moléculas constituídas por átomos de diferentes elementos quiímicos. ex: H2O , CO2 , CO , CH4 NH3

Elementos Químicos

Cada elemento químico tem o seu símbolo químico. Estes símbolos químicos são necessários para representar as diferentes moléculas existentes.

O símbolo químico de todas as substâncias tem a letra inicial do elemento químico (boro - B) e, se necessário, mais uma (hélio - He) ou duas letras (unúntrio - Uut) minúsculas.

A leitura dos símbolos químicos é feita da seguinte forma: lê-se letra a letra (ex: Ne não se lê "NÉ", lê-se "éne - é").

Pincipais elementos químicos:

Código das principais cores (na representação gráfica de átomos dos diferentes elementos químicos):




Átomo

Como já disse anteriormente toda a matéria é constituída por átomos.
----------------------------------------------------------------------------------------
O átomo é uma partícula elementar constituinte de toda a matéria, indivisível, constituído por partículas sub-atómicas e sem carga elétrica (nula).
 
Constituição do átomo:







 




-Se repararmos o átomo tem eletrões (-1), protões (+1) e neutrões (0), ou seja, se somarmos todos os valores das cargas elétricas existentes (-1+1+0) o resultado será 0, portanto o átomo tem carga elétrica nula ou não tem carga elétrica - é uma partícula neutra.

-Mesmo que o átomo não tenha apenas uma partícula de cada um (eletrão, protão e neutrão), tem sempre o mesmo número de protões e eletrões, ou seja, é sempre uma partícula neutra (se repararmos na imagem, o átomo representado tem 12 partículas de eletrões, protões e neutrões).

- Há diferentes tipos de átomos, ou seja, há átomos de diferentes Elementos Químicos.

- Os átomos ligam-se quimicamente entre si e formam Moléculas.

Experiências 9 / 10 / 11 (500 / 600 / 700 visualizações)

agora as experiências passarão a ser publicadas de 100 em 100 visualizações
----------------------------------------------------------------------------------------
Natureza corpuscular da matéria
Esta atividade experimental serve para verificar a teoria cinético-corpuscular

 A
Material:
- Provetas graduadas de 50 ml e 25 ml;
- 15 ml de feijão;
- 15 ml de ervilhas;
- 15 ml de massinhas.

Procedimento:
1- Numa proveta, medir cuidadosamente os volumes indicados de ervilhas, feijão e massinhas;
2- Deitar as quantidades medidas numa única proveta de 50 ml.

 B
Material:
- Provetas de 50 ml e 25 ml;
- Água;
- Vareta comprida;
- Açúcar.

Procedimento:
1- Medir cuidadosamente 40 ml de água;
2- Medir 5 ml de açúcar;´
3- Com o auxílio da vareta, dissolver o açúcar na água;
4- Ler o volume final da solução.

 C
Material:- 2 copos de vidro;
- Cristais de permanganato de potássio;
- Placa de aquecimento;
- Água.

Procedimento:
1- Colocar água num dos copos de vidro até metade da sua capacidade;
2- Adicionar 3 ou 4 cristais de permanganato de potássio e registar o que se observa. Não agitar a água;
3- Repetir os procedimentos 1 e 2, utilizando outro copo, mas agora aquecendo a água.